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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Celebração de Louvor e Adoração




  
                                  São Paulo, 03 de fevereiro de 2012.




Graça e Paz amados da parte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.


Amados irmãos.



                              “... Jovens, eu vos escrevo, porque tendes vencido o maligno.
                               … Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus                          permanece  em vós, e tendes vencido o maligno.  1 Jo 2.13b, 14b.


                             

                              Os jovens da Igreja Congregacional de Jardim Nazaré, tem o imenso prazer em convidar os Jovens e a Igreja juntamente com seu Pastor, para a primeira celebração de Louvor e Adoração do ano de 2012. será no dia 25 de fevereiro tendo inicio às 19.00 horas.

                              Serão  momentos de Palavras, Louvores, e muita Comunhão com os amados.

                              Daremos a oportunidade para os grupos apresentarem duas canções, mas para isso mantenham contato com os líderes dos jovens irmão Edvaldo através dos telefones:  8109-4606 / 2035-3123  ou Eliabe:  Telefone 5276-2528

                              Esperamos a representação de sua igreja, em Nome de Jesus,




                                                             Pr. Ademir Rodrigues da Silva

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Razões para não se casar com um não crente



Kathy Keller, esposa do pastor Tim Keller

Ao longo de nosso ministério, a questão pastoral mais comum que eu e Tim confrontamos provavelmente é a do casamento – atual ou futuro – entre cristãos e não cristãos. Muitas vezes penso que seria muito simples se eu pudesse simplesmente me retirar da conversa e convidar aqueles que já casaram com não crentes para falarem aos solteiros que estão buscando desesperadamente alguma brecha que os permita casar com alguém que não compartilham de sua fé.


Assim, eu poderia pular toda a parte de citar as passagens da Bíblia que chamam os solteiros a casar “contanto que ele pertença ao Senhor” (1 Coríntios 7.39), a não se submeterem ao “jugo desigual com descrentes” (2 Coríntios 6.14) e as prescrições do Antigo Testamento contra o casamento com o estrangeiro seguidor de outros deuses além do Deus de Israel (veja que em Números 12, Moisés se casa com uma mulher de outra raça, mas da mesma fé). Você encontra passagens assim em abundância, mas quando alguém já permitiu ao seu coração um laço com uma pessoa de outra fé, tenho visto que a Bíblia já foi diminuída de seu papel de regra não negociável de fé e prática.


Ao invés disso, as variações da pergunta da serpente para Eva – “Foi isto mesmo que Deus disse?” – surgem aos montes, como se, por acaso, esse caso específico pudesse ser algum tipo de exceção, levando em conta o quando eles se amam, o quando o não crente apóia e entende a fé cristã e como eles são almas gêmeas apesar da falta de uma fé que una as duas almas.


Já ficando velha e impaciente, às vezes tenho vontade de simplesmente falar “não vai dar certo, a longo prazo. O casamento já é difícil o bastante quando é entre dois crentes em perfeita harmonia espiritual. Se poupe da dor de cabeça e parta pra outra”. Entretanto, tal grosseria não está de acordo com o espírito pacificador de Cristo e nem é convincente.


Mais triste e mais sábia

Se eu pudesse apenas reunir aquelas mulheres mais tristes e mais sábias (e homens também) que se encontraram em casamentos desiguais (seja por sua própria tolice ou por um cônjuge que encontrou Cristo após o casamento) com os casais otimistas e radiantes que estão convencidos de que a sua paixão e o seu compromisso irão superar todos os obstáculos. Até o obstáculo da desobediência descarada. Apenas dez minutos de conversa – um minuto, se a pessoa for muito sucinta – seria necessário. Nas palavras de uma mulher que estava casada com um homem muito bom e gentil que não compartilhava de sua fé: “se você pensa que está sozinha antes de se casar, não é nada comparado à quão sozinha você ficará APÓS o casamento!”.


Na verdade, talvez essa seja a única abordagem pastoral eficaz: achar um homem ou uma mulher que esteja disposta a conversar honestamente sobre as dificuldades de sua situação e convidá-lo(a) para uma sessão de aconselhamento com o casal prestes a cometer um grande erro. Um alternativa, talvez, seria algum diretor criativo que estivesse disposto a percorre o país filmando indivíduos que estão vivendo as dores de um casamento com um não crente, e criar um documentário de uns 40 ou 50 depoimentos curtos (menos de 5 minutos). Talvez o peso coletivo dessas curtas histórias seja mais poderoso do que qualquer lição requentada possa ser.


Três saídas

Por enquanto, entretanto, não temos essa opção. Há apenas três caminhos que um casamento desigual pode seguir (e por desigual, estou disposta a flexibilizar ao ponto de incluir cristãos genuínos que desejam casar com um cristão nominal, ou talvez algum cristão completamente imaturo e desprovido de crescimento e experiência):


1.   Para estar em maior sintonia com seu cônjuge, o cristão terá que empurrar Cristo para as margens de sua vida. Isso talvez não envolva repudiar diretamente a fé, mas em assuntos como vida devocional, hospitalidade com os crentes (reuniões de grupos pequenos, receber pessoas necessitadas em caráter emergencial), apoio a missões, dízimo, educação dos filhos, comunhão com outros crentes – tais coisas deverão ser minimizadas ou evitadas para preservar a paz do lar.

2.   Por outro lado, se o crente do casamento mantém uma vida cristã firme e sólida, o cônjuge não cristão será marginalizado. Se ele/ela não entende o propósito de estudos bíblicos e oração, viagens missionárias ou hospitalidade, então ele/ela não poderá ou não irá participar dessas atividades junto com o cônjuge crente. A unidade e a união profundas do casamento não florescerão quando um cônjuge não pode participar completamente dos compromissos mais importantes da outra pessoa.

3.   Então ou o casamento sofre até o ponto de acabar, ou o casal sofre junto, vivendo em algum tipo de trégua que envolve um ou outro abrindo mão de algumas coisas, de forma que ambos viverão sentindo-se sozinhos e infelizes.


Isso soa como o tipo de casamento que você quer? Um casamento que sufoca seu crescimento em Cristo ou sufoca o crescimento como casal, ou as duas coisas? Pense na passagem já citada de 2 Coríntios 6.14 sobre o jugo desigual. Muitos de nós já não vivem em culturas agrícolas, mas tente imaginar o que aconteceria se um fazendeiro ata-se à carroça, digamos, um boi e um jumento. O jugo pesado de madeira, projetado para se aproveitar das forças do conjunto, ficaria torto devido às diferenças de peso, altura e velocidade dos dois animais. O jugo, ao invés de aproveitar as forças do conjunto para completar a tarefa iria incomodar e machucar OS DOIS animais, já que o peso do fardo não estaria igualmente distribuído. Um casamento desigual não é tolice apenas para o Cristão, mas é injusto também com o não cristão, e acabará sendo um tormento para os dois.


Nossa experiência

Para fechar: um de nossos filhos começou a passar algum tempo, alguns anos atrás, com uma moça não crente, vinda de uma família de judeus. Ele nos ouviu falar sobre o sofrimento (e a desobediência) de um casamento com um não cristão por anos, então ele sabia que essa não seria uma opção (algo que reforçamos várias vezes de forma enfática). De qualquer forma, a amizade deles cresceu e se transformou em algo mais. Para dar algum crédito, nosso filho disse a ela: “eu não posso me casar com você a não ser que você se torne cristã, e você não pode se tornar cristã só para se casar comigo. Eu vou com você à igreja, mas se você deseja seriamente descobrir o cristianismo, você terá que fazer por conta própria – encontrar um pequeno grupo, ler livros e conversar com outras pessoas além de mim”.


Felizmente, ela é uma moça de muita integridade e coragem, e começou uma busca pelo entendimento das afirmações de exclusividade da Bíblia. Conforme ela crescia em direção à fé, para nossa surpresa, nosso filho também começou a crescer em sua fé, para manter o mesmo ritmo dela! Ela me disse certa vez “como você bem sabe, seu filho nunca deveria estar saindo com uma mulher como eu!”.


Ela eventualmente veio á fé, e ele segurou a água com a qual ela foi batizada. Na semana seguinte, ele a pediu em casamento, e eles já estão casados há dois anos e meio, ambos crescendo, ambos lutando, ambos se arrependendo. Nós amamos os dois e somos muito gratos por ela pertencer à nossa família e ao corpo de Cristo.


Eu só menciono essa história pessoal porque muitos de nossos amigos no ministério já viram resultados muito diversos – filhos que se casam com alguém de outra fé. A lição da história para mim é que, mesmo em lares pastorais – onde as coisas de Deus são ensinadas e discutidas e onde os filhos têm uma grande oportunidade de acompanhar os conselhos que seus pais dão a casais – filhos crentes brincam com relacionamentos que se desenvolvem mais do que esperam, terminando em casamento que não tem finais felizes. Se isso é verdade nas famílias dos líderes cristãos, o que dirá nas famílias do rebanho?


Precisamos ouvir as vozes de homens e mulheres que estão em casamentos desiguais e aprender, com seus sofrimentos, porque não essa não é uma escolha não só desobediente como muito tola.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Humanidade de Cristo é Importante


Russell Moore
Russell Moore

Alguns anos atrás, um forte vírus estomacal tomou conta do campus universitário onde trabalho como deão. Um dia, sabendo que a maioria dos alunos da minha classe ainda estavam se recuperando da enfermidade, lancei a pergunta “será que Jesus sofreu de indisposição estomacal?”
Em um dia mais rotineiro, em que questões sobre esse mal talvez fossem uma realidade mais abstrata, eu duvido que houvesse qualquer coisa além de consenso nas respostas. É claro, esses futuros pastores teriam afirmado com muita certeza que Jesus assumiu todos os aspectos da natureza humana, fora o pecado.
Mas essa não era uma questão abstrata. Aqueles estudantes ainda sofriam não só do desconforto da doença, mas também da indignidade consequente. Eles haviam sido molestados por vômito, diarréia, febre e calafrios. Eles ainda enfrentavam a sensação de não ter qualquer controle sobre as funções fisiológicas mais repugnantes.
Então, quando lancei a pergunta, aqueles ministros do evangelho hesitaram. O vírus estomacal não era simplesmente prejudicial, era humilhante. E pensar em Jesus relacionado aos piores e mais embaraçosos aspectos da existência humana parecia beirar o desrespeito, se não a blasfêmia.
Por que é tão difícil para nós imaginar Jesus vomitando?
A resposta para essa questão tem muito a ver, antes de todo, com a figura unidimensional de Jesus que foi ensinada a (ou assumida por) muitos de nós. Muitos de nós vemos Jesus ou como o amigo espiritual que mora em nosso coração, nos prometendo o céu e nos guiando pelas dificuldades, ou o vemos simplesmente nos termos de sua soberania e poder, com uma grande distância entre nossas realidades. Não importa o quão ortodoxa seja nossa doutrina, todos tendemos a pensar em Jesus como uma figura estranha e imaterial.
Mas o encurtamento dessa distância é precisamente o cerne do escândalo do próprio evangelho. Simplesmente não parece certo que imaginemos Jesus com febre, vomitando, chorando durante a amamentação ou estudando para aprender hebraico. Desde o início da era cristã, aqueles que buscaram redefinir o evangelho argumentaram que não é correto pensar em Jesus como carne e osso, cheio de sangue, intestinos e urina. Não parece correto pensar em Jesus crescendo em sabedoria e conhecimento como Lucas nos diz que ele fez. De alguma forma, isso parece diminuir sua divindade e sua dignidade.
Mas o ponto é exatamente esse.
O próprio começo da história de Cristo nos mostra que parte dos sinais do Messias é que ele estaria coberto em panos (Lucas 2.12) Por que você cobre um bebê com panos? Pela mesma razão que talvez você tenha botado fraldas nos seus filhos, ou envolto em lençóis. A ideia é manter o bebê aquecido e limpo das sujeiras. Desde o começo, Jesus era como um de nós, compartilhando do mesmo sistema nervoso, digestivo e, como veremos, cada aspecto da natureza humana.
Não parecia correto ao mundo imaginar o único eterno filho do Pai se retorcendo de dor na cruz, gritando ao se afogar no próprio sangue. Isso é humilhante, indigno. E é esse o ponto. Jesus se uniu a nós na nossa humilhação, nossa falta de dignidade. Nisso, Jesus, como nos diz a Escritura, não tem vergonha de nos chamar de irmãos (Hebreus 2.11).
Eu pensei muito nisso quando fui chamado para ler (e escrever um prefácio) para novo livro do meu amigo Patrick Henry Reardon sobre a humanidade do Senhor, “The Jesus We Missed: The Surprising Truth About the Humanity of Christ” [O Jesus que esquecemos: a surpreendente verdade sobre a humanidade de Cristo]. Foi o melhor tratamento contemporâneo desse assunto que eu já vi.
Esse livro me levou a pensar e ponderar. Mas, mais que isso, esse livro me levou a orar e adorar, a ver o Jesus que tão facilmente me esqueço: o Jesus que real e verdadeiramente foi um de nós para que nós, com ele, fôssemos feitos herdeiros do Pai e filhos de Deus. Aquele que tomou sobre si cada aspecto da nossa carne e sangue para nos redimir dos poderes do diabo (Hebreus 2.14-15).
Nós definimos “humanidade” à luz de nosso irmão, à luz do alfa e ômega da humanidade – Jesus de Nazaré
Refletir sobre a humanidade de Jesus sempre me leva a enxergar o que eu esqueci sobre a minha própria humanidade. Muitas vezes, somos tentados a justificar nossa amargura, raiva, cobiça, inveja e partidarismo por sermos “apenas humanos”. O mistério de Cristo nos mostra que tais coisas não são nada humanas, mas satânicas. Nós definimos “humanidade” à luz de nosso irmão, à luz do alfa e ômega da humanidade – Jesus de Nazaré.
Refletir na humanidade do nosso Senhor pode te levar ao Jesus que talvez você tenha esquecido, ou talvez nunca encontrado. Também pode te impulsionar com a esperança pelo dia em que as mãos perfuradas limparão suas lágrimas e uma voz com sotaque do norte da Galiléia se apresentará a você como seu Senhor, seu Rei, mas também seu irmão.

Culto Integrando as Gerações


Venha participar do Culto de Comunhão
Integrando as Gerações
(Adultos, Jovens, Adolescentes e Crianças)

Local: IEC Jacuí
Av. Tenente Laudelino Ferreira do Amaral, 982 - Jacuí - São Paulo - SP - CEP: 08060-000
Data: 11/fev/12
Horário: 19h

Esperamos por você!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Resposta de Oração!


Amados,
A todos os queridos irmãos que oraram por mim, o meu muito obrigada!
Eu e minha equipe estamos nos recuperando bem, estamos terminando o nosso tratamento esta semana e antes de voltarmos aos EUA faremos um último exame de sangue para sairmos do país mais tranquilos.
Louvo a Deus pela vida dos irmãos e pelo comprometimento em oração. Agora é hora para agradecermos ao Pai por aquilo que ELE fez!
A minha oração é para que os amados continuem firme no Senhor, reconhecendo a Sua fidelidade e cuidado.
Voltamos aos EUA no dia 20 de fevereiro, estamos na nossa quinta semana de atividades nos restando assim apenas mais duas semanas. O tempo passou rápido mas estamos gratos pelo trabalho que temos podido desenvolver aqui em Angola.
Obrigada por "sustentar as cordas" em oração!
Até aqui nos tem ajudado o Senhor!
Um forte abraço
                               
Camila da Motta Cordeiro
Jovens Com Uma Missão JOCUM  Brasil 
Banco do Brasil - Agência: 2894-0 - Conta Poupança: 17431-9 - variação 01

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Construção da IEC em Taubaté-SP


MEUS QUERIDOS IRMÃOS, SOZINHOS VAMOS RÁPIDOS, JUNTOS VAMOS LONGE. 
OBRIGADO POR TUDO, NO ENTANTO, NOSSO GRANDE DESAFIO AGORA E PREPARAR TUDO PARA RECEBER A LAGE - AS FERRAGENS PARA CINTA, VIGAS DE SUSTENTAÇÃO FICARÁ EM R$ 3.900,00 , A LAGE E O CONCRETO SOMAM MAIS R$ 20.000,00 (DUZENTOS E SESSENTA METROS QUADRADOS DE LAGE H 12). 
EU PERGUNTO: "EXISTE ALGUMA COISA IMPOSSÍVEL PARA O NOSSO DEUS?" 
ALELUIA! JUNTOS VAMOS CONSEGUIR.

Deus seja louvado!
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